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COMO ESCOLHER O AQUÁRIO
CORRETO
Se você decidiu se iniciar no universo do aquarismo,
o primeiro passo é escolher a "casa"
de seus peixes. Esta é uma escolha muito importante,
pois será naquele espaço que serão
criadas as condições biológicas para
o bem-estar dos seus novos animais de estimação:
os peixes ornamentais.
FORMATO DO AQUÁRIO
Se o seu modelo ideal de aquário é aquele
redondo com um peixe dourado dentro, você precisa
de algumas orientações, pois esse só
serve para alguns peixes, como o Beta, que complementam
a respiração com ar atmosférico.
Estes aquários redondos ou em forma de globo são
os menos indicados para a prática do aquarismo,
pois não conseguem proporcionar uma troca gasosa
adequada e eficiente. Além disso, não são
adequados para instalar os aparelhos necessários.
A melhor escolha recai sobre os aquários retangulares,
pois reúnem condições adequadas para
se criar uma situação próxima do
habitat natural dos peixes:
Grande superfície para facilitar as trocas gasosas
(CO2 – O2);
Fácil limpeza e manutenção;
Fácil visualização do interior e
Favorece a instalação dos equipamentos interessantes
para manter as boas condições do aquário,
como bombas e compressores de ar, filtros (de fundo, externos
e internos), termômetro e termostato, e luminárias.
O uso de uma cobertura de vidro também é
aconselhável, pois evita alguns problemas, como:
perda de peixes que possam pular para fora do aquário;
variações da temperatura interna;
evaporação da água do aquário;
queda de partículas em suspensão (poeira,
aerossóis, fumaça) na água.
É importante sempre limpar a cobertura de vidro,
para não prejudicar a entrada de luz.
TAMANHO
Existe uma regra no aquarismo segundo a qual a manutenção
e as chances de êxito são maiores em um aquário
grande.
Isso acontece porque em volumes maiores é mais
fácil manter o equilíbrio biológico.
Para uma oxigenação de água mais
uniforme, prefira aquários mais compridos do que
altos.
MAS QUANTOS PEIXES POSSO COLOCAR?
Siga a seguinte regra: para cada litro de água
de seu aquário, tenha no máximo o equivalente
a 1 cm de peixe. No entanto, é necessário
usar o bom senso, pois o Japonês, por exemplo, necessita
de mais oxigênio dissolvido (5 litros/cm). Além
disso, pode crescer até 30 cm, dependendo da variedade
e de como for tratado; assim é bom usar no cálculo
o tamanho do peixe adulto.
Também deve-se levar em conta o formato do corpo,
pois o Japonês jovem já é muito mais
corpulento que um Paulistinha do mesmo tamanho (1 cm).
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